terça-feira, 25 de outubro de 2011

Hey sociedade, tenha piedade de mim, por favor não fique braba comigo caso eu discorde de ti, sociedade, eu espero que não fique solitária quando eu te deixar, sociedade, tenha piedade de mim caso eu discorde de ti.

Sociedade, raça louca, realmente louca.

Meus pensamentos sangram, meus pensamentos não proliferam-se.

"Um homem andara pelas ruas do Mundo, não eram ruas como imaginamos, eram quaisquer caminhos, de grama, de pedra, de madeira, de terra mas ruas porque quaisquer destes caminhos o levada para algum lugar, este homem tinha tudo, este homem já teve tudo, já se apaixonou, conheceu muitas mulheres, algumas belas e outras sinceras, conheceu figuras loucas, conheceu um pouco do Mundo mas mesmo assim ainda sentia-se incompleto, esteve sozinho muito tempo, era filho do Mundo, respirava liberdade, respirava esperança...moldou-se na sociedade, tem família, trabalho, estuda, se apaixonou de novo mas mesmo assim ele não pertencia aquele lugar, ele estava feliz mas não era feliz, uma família boa, uma namorada maravilhosa, um bom trabalho, um bom estudo mas ele não tinha liberdade, não respirava esperança, seu coração estava preso, com uma vontade imensa de conhecer o Mundo, o lugar que estara não pertencia a ele, as pessoas que ele conhecia não entendiam ele, ele não era nenhum louco, nenhum infantil, ninguém querendo atenção, ele só queria ser livre, ele só queria amar e ser amado, ele só queria alguém que fosse cúmplice dele, alguém que estivesse com ele e fizesse tudo por ele, ele vai buscar o seu sonho pois ele já conhece a sua casa, e a casa dele não é um lugar, a casa dele não é um ambiente, a casa dele o faz feliz, a casa dele o completa, a casa dele o faz suportar qualquer dificuldade, qualquer medo, qualquer obstáculo, a onde está a casa dele é para onde ele deve voltar, não é um lugar."

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